O que aprendemos com o Bandersnatch

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  • Bruno da Roma

O que aprendemos com o Bandersnatch


A Netflix não cansa de inovar e trazer por meio da arte do entretenimento reflexões que sacodem o Mundo Digital. No final de 2018 a empresa disponibilizou em seu acervo o filme interativo Bandersnatch, que foi classificado como um novo episódio da polêmica série Black Mirror.

A série que retrata diversas situações relacionadas à tecnologia e ao desenvolvimento humano, gera discussões sobre como somos manipulados (ou podemos ser) e aprisionados, por novos mecanismos eletrônicos.

O filme Bandersnatch retrata a história de um rapaz que desenvolve um game baseado em um livro, onde o final da história pode ser “alterado” de acordo com as escolhas do leitor.

Por exemplo, a cada novo capítulo, você pode decidir se salta para a página 82 e continua a história a partir daquele ponto, ou se volta para a página 56 e altera o rumo da história, podendo seguir dali, para qualquer outro possível final.

O filme em si, apresenta a mesma concepção e garante ao expectador a chance de decidir as cenas seguintes.

Acontece que a grande polêmica se dá, pela perspectiva de que na verdade, o usuário está sendo manipulado durante o filme, e que qualquer uma das escolhas apontará para o mesmo final.

Diante disso, podemos ir a fundo quanto à reflexão, explorando o que aprendemos com Bandersnatch em nível de experiência tecnológica.

Tecnologia aliada do indivíduo

Anos atrás, pensar na possibilidade de interagir com um filme e decidir como seria a próxima cena, era uma ideia inconcebível.

As produções audiovisuais nasciam e terminavam do jeito que o autor decidia, e pronto acabou!

Mas Bandersnatch além de trazer essa opção, ainda dá ao usuário à vantagem (ao menos a alternativa) de esticar a narrativa, podendo expandir a história. O que pode ser um grande aliado daquele usuário que quer vivenciar todas as etapas do filme.

Além disso, a Netflix nos desperta para a ideia de como a tecnologia pode se tornar uma forte aliada com relação a novos conhecimentos.

O aprendizado por meio das novas tecnologias tem sido discutido por milhares de pessoas, que garantem que é possível fazer grandes descobertas através das várias fases aplicadas nos novos modelos tecnológicos, que visam melhorar as experiências dos usuários.

Foco na experiência do usuário

E falando disso, a cada novo lançamento tecnológico o foco está na experiência do usuário. Ou seja, a cada novo software desenvolvido, a ideia é melhorar o aproveitamento - seja para otimizar processos ou realizar escolhas - do usuário.

Vejamos a exploração da Inteligência Artificial, que está cada vez mais acelerada, em diversos ramos da tecnologia.

Todo novo projeto que usa AI em seus meios, tende a levar uma experiência superior da qual os usuários já estão acostumados.

A ideia é tornar o usuário parte incondicional daquele novo produto ou serviço. Visando explorar aspectos funcionais e emocionais da vivência do indivíduo com o negócio.

A experiência do usuário pode ser dividida em:

  • Usabilidade – que seja fácil e simples de usar.

  • Acessibilidade – material acessível.

  • Utilidade – de conteúdo relevante.

  • Funcionalidade – que cumpra seu objetivo final.

Diante desses aspectos fundamentais da experiência do usuário, é possível garantir o sucesso de qualquer organização.

No filme, todos esses pilares ficam claros e aproximam o usuário de cada uma das chamadas para ação.

Poder de decisão pelo usuário

Outro ponto importante que o filme nos leva a refletir é o poder de decisão pelo usuário, que é garantido por meio das escolhas que faz com base em suas predileções.

Ainda que o filme em si, tenha aberto essas discussões sobre a falsa sensação de poder optar pelas cenas seguintes e a manipulação sugerida pelo autor. Não se pode negar que Bandersnatch trás a tona a ideia de que atualmente a tecnologia garante a tomada de decisão dos usuários.

Visto que algoritmos trabalham a todo vapor para aprimorar nossas navegações e endossar nossas ações, de acordo com desejos e necessidades.

Grandes empresas entenderam que para garantir o sucesso de seus negócios é preciso oferecer aos clientes mecanismos que possibilitem a procura de produtos e serviços que solucionem as questões vividas por cada um dos usuários.

Em linhas gerais, podemos dizer que aprendemos com o filme Bandersnatch valiosas lições sobre o desenvolvimento humano e as inovações tecnológicas que não param de surgir.

É preciso se atentar para esse tipo de interação que promove reflexões profundas, sobre como lidamos com tudo o que tem sido desenvolvido para satisfazer nossos desejos e potencializar nossa ideia de domínio sobre os outros.


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